quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

UTILIZAÇÃO DE ATIVIDADES DE INTEGRAÇÃO SENSORIAL ATRAVÉS DE ATIVIDADES LÚDICAS EM INTERVENÇÕES DA TERAPIA OCUPACIONAL.



Raphaela Poncell Correia dos Santos
Gabriella Maria Freire Costa  
Flávia Calheiros da Silva

O Autismo manifesta-se através de respostas inadequadas à estímulos auditivos, visuais, compreensão da linguagem e da fala, problemas no relacionamento social, chegando às vezes à incapacidade de desenvolver contato visual, ligação social e participação em grupos. Dessa forma, a intervenção da Terapia Ocupacional torna-se essencial na busca de possibilidades que auxiliem a participação de forma mais consistente em seu meio. 
A intervenção em crianças que apresentam características do espectro autista, com dificuldade de comunicação com familiares e de interação com o meio, e dificuldades na comunicação pode se dar por meio de atividades sensoriais, a partir de experiências táteis com pressão profunda para organização e interpretação da informação sensorial. Para isso, podem ser utlizados materiais que proporcionam esse tipo de sensação como almofadas, e malhas, além do uso gradativo de texturas como hidratante, espuma de barbear, massinha e bolas gelatinosas.
Através do uso de atividades sensoriais é possível perceber uma melhora gradativa no comportamento da criança, o que faz com que suas competências de
atenção, concentração, audição e comunicação, que antes eram desorganizadas, hoje favoreçam o desenvolvimento de habilidades mais elaboradas.
O uso de atividades de integração sensorial nas intervenções da Terapia Ocupacional em crianças que apresentam esse tipo de comportamento, demostra possuir um efeito satisfatório quando realizada de forma gradativa, proporcionando à criança um desenvolvimento e participação mais adequada com as pessoas e o meio.

Referências:

Gomes VF, Bosa C. Estresse e relações familiares na perspectiva de irmãos de indivíduos com transtornos globais do desenvolvimento. Estudo Psicol. 2004;553-61.



Bosa, C. A. (2001). As relações entre autismo, comportamento social e função executiva. Psicologia. 
Reflexão e Crítica, 14, 282-287















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